quinta-feira, 19 de junho de 2008

Saudade de Itaúnas,

Toda viagem, muito antes do dia da partida, se anuncia e se faz presente no contar dos dias. Um após o outro. Meu Deus, são tantos dias! Ninguém nos contou, mas esse mês de espera possui mais do que os habituais trinta ou trinta e um. Talvez seja essa a possível explicação para o lento passar do tempo. Tamanha expectativa parece não encontrar correspondência no desejo de tranqüilidade e paz. E é exatamente isso o que se busca quando se está de frente para o mar, no alto das dunas. Nos pés, um chinelo. No corpo, um biquini. Para os dez dias, mais que o suficiente. Nada agora possui qualquer importância. Elas não sabem o que as aguarda no futuro. Não sabem nada sobre o que ainda as fará sorrir e chorar, por diversas vezes. Não possuem qualquer idéia sobre os caminhos que lhes serão apresentados e, não conhecem ainda, os escolhidos. Mas não importa. As três, juntas, diante do mar de Dunas de Itaúnas reconhecem-se amigas e esperam, de braços abertos, o mar de bem que a vida para Elas reservou.

Um comentário:

Karine disse...

As três, juntas...
As melhores companhias!!!

Não vejo a hora!